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QUANDO
A PORTA FINALMENTE Ă ABERTA
- Isso parece um cemitĂ©rio! – disse comigo
mesmo.
Foi com preocupação, mas também com certo
alĂvio que cheguei em casa. O estĂŽmago roncava de fome, enquanto os olhos
pesavam de sono. Era horrĂvel a sensação de fome e sono ao mesmo tempo.
Observei enquanto abria a porta de casa que as luzes embaixo da porta da casa
dela estavam acesas. Por outro lado, sĂł se ouvia o barulho da televisĂŁo ligada.
Parecia que não tinha ninguém e que tinham deixado o televisor aberto para
afastar quem quer que tentasse entrar ali para roubar alguma coisa.
Todos esses pensamentos, entretanto, me
ocorriam na periferia da mente. Tudo que mais me preocupava agora era em comer
e dormir por algumas horas antes de sair para trabalhar amanhĂŁ, quer dizer...
dali hĂĄ algumas horas. Na verdade, eu queria ficar em casa e estudar as
matérias para as provas, mas do jeito que as coisas estavam, eu não podia
deixar de sair amanhĂŁ... Quem sabe deixar para sair apenas uma parte do dia, ou
entĂŁo sĂł a noite quando as viagens pagavam melhor...
Pensava essas coisas enquanto colocava a
comida congelada no micro-ondas e entrava no banheiro para tomar um banho. O
sinal do aparelho havia tocado antes de terminar o banho. Me enxuguei e troquei
de roupa, sentindo como se meu corpo pesasse quase quinhentos quilos. Comi
enquanto assistia televisĂŁo, animado com a reprise de um filme antigo que
gostava de assistir quando era garoto.
“Cara porque a galera da programação nĂŁo
coloca esses filmes na grade do dia, ao invés de colocar nesses horårios que
ninguém vai ver? Hah! Mas o que é que eu tÎ dizendo? Eu trabalho o dia todo,
mesmo se passasse eu nĂŁo ia ter tempo de...”
Batida brusca na porta da casa do lado.
O som surdo de uma pancada, algo caindo no
chĂŁo junto ao barulho de mĂłveis e vidros se partindo. Sons de gritos:
- ...ensando que eu sou o quĂȘ? Eu saio pra
trabalhar e tu jĂĄ tĂĄ por ai...
- ...u nĂŁo fiz ...ada!
- ...ovo te vendo na praça...sando com o vizi...
acho... ensa que ...ou sair sem ter ...inguém pra tå te...
- ...as eu nĂŁo fiz nada!
- ...apariga...morrer...ando acabar eu vou
bater na casa do ĂŽto e vou...matar ele
Ele falou em matar?
Gritos...
- SOCORRO! SOCORRO!
- TĂ TRANCADA PORRA... HOJE TU NĂO ME
ESCAPA...
- A FACA! A FACA! LARGA ESSA FACA CLODOALDO!
QUE Ă QUE TU TĂ QUERENDO COM ESSA FACA NA MĂO HOMI?!
Batidas na porta e nas paredes:
- SOCORRO! SOCORRO! ALGUĂM ME AJUDA! ELE VAI
ME MATAR! ELE VAI ME MATAR!
Saio correndo, mas mal coloco o pé fora de
casa e a rua jĂĄ estĂĄ cheia de pessoas do lado de fora, batendo, mandando que
abrissem, dizendo que haviam chamado a polĂcia.
- Deve de ter colocado alguma coisa pesada
pra escorar a porta. Ela nĂŁo cede.
Minutos depois, arrombam a porta e o que
encontram...
- Meu Deus!
Nunca vou me esquecer daquela cena...
CONCLUI NA PRĂXIMA POSTAGEM...
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