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AMANHECER URBANO
O Sol esmaece a escuridĂŁo
Raios-dedos-de-luz, abrindo as cortinas do Dia.
Tocando desde as vigas de concreto armado.
Ăs casas da periferia.
O Dia anuncia o contar das horas...
As horas contabilizam vidas...
Caminhando inexoravelmente
Até o som dos alarmes.
VeĂculos em movimento: hemĂĄcias de aço
Transportando homens-células
Através das artérias de asfalto
Que se estendem pelas ruas...
Atendendo ao chamado das Horas, servas do Tempo
A Cidade acorda como autĂŽmato
Cujas engrenagens movem-se através dos instantes.
Michael Melo BocĂĄdio
Poema reescrito e finalizado em 04/09/2025.
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